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STF decide disputa com o Banco da Amazônia, que pode impactar em R$ 200 mi nos cofres públicos

O Supremo Tribunal Federal (STF) incluiu, nesta terça-feira, 11, em sua pauta de julgamentos uma disputa trabalhista que já se arrasta por vários anos. O caso envolve o Sindicato dos Engenheiros do Pará (Senge) e o Banco da Amazônia (Basa). A ação está sob a relatoria do ministro Flávio Dino. Estima-se que o julgamento possa gerar um impacto financeiro de até R$ 200 milhões nos cofres públicos, conforme cálculos feitos no âmbito do processo.

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Em 2023, o STF derrubou uma decisão da Justiça Trabalhista que favorecia o sindicato. Naquela ocasião, a Corte deu razão ao Banco da Amazônia. Contudo, o caso foi reaberto depois que o Senge recorreu da decisão. Esse movimento gerou preocupação no setor bancário, que enfrenta incertezas jurídicas em razão das constantes reviravoltas no processo.

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As decisões do STF têm sido favoráveis ao Banco da Amazônia

A disputa gira em torno das regras para a correção salarial dos engenheiros que atuam no Estado. O sindicato quer que o piso salarial da categoria seja vinculado ao salário mínimo, o que resultaria no pagamento de valores retroativos aos trabalhadores. Por outro lado, o banco se opõe a essa proposta, alegando que ela traria um impacto financeiro excessivo.

Até o momento, as decisões do STF têm sido favoráveis ao Banco da Amazônia. O relator original do caso era o ministro Luís Roberto Barroso, atualmente presidente da Corte. Agora, o julgamento está sob a responsabilidade do ministro Flávio Dino.

O impacto financeiro de R$ 200 milhões leva em consideração diversos fatores. Entre eles estão o tempo de serviço dos engenheiros, a diferença entre os salários pagos e o piso reivindicado, reflexos nas demais verbas trabalhistas, além de juros e correções monetárias. O Banco da Amazônia é uma empresa de capital aberto, mas o Tesouro Nacional detém o controle da maioria das ações da instituição.

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