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Polícia indicia ex-prefeito de Joviânia por suposto esquema de compra de votos

INQUÉRITO

Documento é da última segunda-feira (24) e foi assinado pelo delegado Patrick Fernando Carniel

Polícia indicia ex-prefeito de Joviânia por suposto esquema de compra de votos (Foto: Reprodução)

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) indiciou o ex-prefeito de Joviânia, Renis Eustáquio Gonçalves (União Brasil), por um suposto esquema de compra de votos durante as eleições municipais. O documento é da última segunda-feira (24) e foi assinado pelo delegado Patrick Fernando Carniel.

O policial indiciou o político “em razão de prometer, oferecer e determinar a entrega de vantagens indevidas a eleitores com o fim de obter votos, bem como integrar organização criminosa estruturada, estável e permanente, voltada à prática reiterada de crimes eleitorais, ao financiamento ilícito da campanha e à manipulação do resultado do pleito”, além de outras pessoas que também estariam envolvidas no esquema.

Conforme a investigação, os policiais encontraram uma mala preta com R$ 1,1 milhão, além de armas de fogo e munições na Fazenda Novo Horizonte, de propriedade do ex-prefeito. Além disso, eles apreenderam um caderno de anotações com o título “Dinheiro compra de votos (controle)”. O documento tinha listas de nomes e valores, o que demonstrava uma contabilidade paralela do esquema. O indiciamento foi divulgado pelo Jornal Opção e confirmado pelo Mais Goiás.

Ainda conforme o delegado, o inquérito foi instaurado após a prisão em flagrante de Flávio Antônio Oliveira Júnior, que estaria oferecendo dinheiro para compra de cerveja e combustível, a fim de incentivar a participação em uma carreata política. Ele foi encontrado durante a manifestação e os policiais localizaram mais de R$ 14,5 mil com o homem. Após o episódio, a investigação seguiu e conseguiu reunir provas de um esquema em favor do ex-prefeito e então candidato.

A PCGO conseguiu apurar uma estrutura de captação, ocultação e emprego de recursos ilícitos, a qual Renis seria o líder. Conforme o inquérito, ele era “responsável por determinar, orientar e autorizar a entrega de vantagens indevidas a eleitores, além de comandar a estrutura criminosa voltada ao financiamento ilícito da campanha e compra de votos.

Ao Mais Goiás, o advogado do ex-prefeito, Thales Jayme, disse que entende que o inquérito é dissociado da verdade. Ele afirma que conversará com o promotor para ver sobre o oferecimento da denúncia e deve pedir diligências para que este documento retorne à delegacia para apurar outros pontos e concluir pela verdade.

O portal não conseguiu contato de Flávio e nem dos demais citados no inquérito. Caso haja interesse, o espaço segue aberto.

Indiciados:

Nome Função na Organização
Renis Eustáquio Gonçalves Candidato e Líder Político. Responsável por determinar e autorizar a entrega de vantagens, comandando a estrutura de financiamento ilícito e compra de votos.
Romeu José Gonçalves Coordenador-Geral da Campanha e Financiador. Executava coordenação e co-financiava o esquema ilícito.
Darlan Bessa Amorim Núcleo Operacional e Territorial. Responsável pela execução prática, incluindo oferta de valores, pagamento de abastecimentos e adesivagens remuneradas.
Flávio Antônio Oliveira Júnior Núcleo Operacional e Territorial. Entregava dinheiro e combustível a eleitores em troca de adesão e voto.
Renis Eustáquio Gonçalves Júnior Armazenava e ocultava valores em espécie, destinados ao financiamento ilícito.

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