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Ministério da Saúde anuncia a construção de maternidade em município goiano com R$ 103 milhões do Novo PAC — Ministério da Saúde

A expansão da oferta de serviços especializados de saúde para a população brasileira passa pelo aumento da capacidade de atendimento do SUS. Por isso, o Ministério da Saúde garantiu R$ 369 milhões do Novo PAC Saúde, destinados à construção de mais três maternidades e duas policlínicas em quatro estados, incluindo Goiás. Uma das maternidades será construída em Águas Lindas de Goiás (GO), beneficiando os pacientes que usam a rede pública no município e na região. Apenas para nova unidade de saúde, foram investidos R$ 103 milhões.  A autorização para o início das obras acontecerá em cerimônia, nesta sexta-feira (30), no município. 

“O Ministério da Saúde, junto com o governo federal, está fazendo o maior investimento da história em infraestrutura do SUS: são R$ 31,5 bilhões pelo Novo PAC para construir unidades, ampliar a oferta especializada, equipar serviços e garantir mais atendimentos para todo o país, destacou Padilha. maternidade de Águas Lindas de Goiás deve atender mais de 400 mulheres por mês.  

Além de Águas Lindas de Goiás, as novas unidades de saúde vão fortalecer as redes de atenção materna e infantil em Japeri (RJ) e Várzea Grande (RJ)Em Japeri, a assinatura da Ordem de Serviço (OS) ocorreu na quarta-feira (28). Já em Várzea Grande, a previsão é que a formalização aconteça na próxima segunda-feira (2). Nos municípios, representantes do Ministério da Saúde, das prefeituras e da Caixa Econômica Federal participam dos atos que marcam o início das obras. 

Com recursos do Novo PAC, o Ministério da Saúde está investindo, ao todo, R$ 31,5 bilhões em obras, equipamentos e veículos para fortalecer o SUS em todo o país. Trata-se do maior programa de investimentos em infraestrutura do sistema público, que já investiu em 2.600 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), 330 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), 101 policlínicas, 4.800 ambulâncias do SAMU e 800 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) pelo país. No estado de Goiás, o investimento previsto é de R$ 1,07 bilhão para a construção de 6 policlínicas, 106 UBSs10 CAPS, 6 hospitais regionais e maternidades, dentre outros equipamentos de saúde. 

Policlínicas: acolhimento de vítimas de violência e outros serviços de saúde

Com base em projeto referencial fornecido pelo Ministério da Saúde, os municípios de Nova Iguaçu (RJ) Guarulhos (SP) terão policlínicas estruturadas com equipamentos de saúde que podem impactar diretamente a vida de cerca de 350 mil pessoas das cidades e regiões em que forem construídas 

Estruturadas com salas de ultrassom, salas lilás para acolhimento de vítimas de violência, sala de tomografia, espaços para reabilitação e outros, as policlínicas são especializadas em apoio diagnóstico. Elas oferecem serviços de consultas clínicas realizadas por equipes médicas e multiprofissionais, definidas com base no perfil epidemiológico da população da região. Nessas unidades, são realizados exames gráficos e de imagem com fins diagnósticos e oferta de pequenos procedimentos.  

Maternidades: assistência à mulher, à gestante, à puérpera e ao recém-nascido

Para prestarem assistência à mulher, à gestante, à puérpera e ao recém-nascido de risco habitual e de alto risco, os municípios de Águas Lindas de Goiás (GO)Várzea Grande (MT), Japeri (RJ) receberão uma maternidade de porte INesses locais, serão oferecidos serviços 24h com atendimento de urgência e emergência obstétrica e ginecológica, internação hospitalar, terapia intensiva, além de atendimento ambulatorial.  

O projeto referencial do Ministério da Saúde tem como diferenciais  o espaço da recepção  que garante uma espera confortável e com privacidade , salas lilás, suítes para pré-parto, parto e pós-parto — onde os períodos clínicos do parto podem ser assistidos com privacidade no mesmo ambiente , centros de parto normal intra-hospitalares com banheira, espaços adequados para garantir que o atendimento imediato ao recém-nascido seja realizado no mesmo ambiente do parto sem interferir na interação mãe e filho, além da implementação do acolhimento com classificação de risco (ACCR). 

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