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Falsa biomédica de Goiânia vai a júri por morte de influencer após procedimento estético

JULGAMENTO

Juiz tornou Grazielly Silva Barbosa por homicídio doloso

A falsa biomédica de Goiânia, Grazielly Silva Barbosa, acusada pela morte da digital influencer Aline Maria Ferreira, que faleceu dias após fazer um procedimento estético nos glúteos, será julgada pelo Tribunal do Júri. O caso aconteceu 23 de junho de 2024 e a decisão pelo julgamento é do juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri de Goiânia, na última semana.

Conforme as investigações que culminaram no indiciamento e denúncia, a modelo, que era do Distrito Federal, viajou para Goiânia onde Grazielly tinha uma clínica de estética. A vítima morreu em julho, dias após passar pelo procedimento, que custou R$ 3 mil, em um hospital de Brasília. A dona da clínica chegou a ser detida, mas conseguiu uma decisão que determinou a prisão domiciliar dela.

Grazielley foi denunciada pelo Ministério Público de Goiás (MPGO). Conforme o promotor José Carlos Miranda Nery Júnior, a ré cometeu homicídio doloso motivada por motivo torpe, quando injetou o produto em condições inadequadas e sem qualificação técnica necessária. Para ele, a empresária assumiu o risco pela morte da influencer.

O Mais Goiás procurou a defesa da empresária e aguarda retorno.

Morte da influencer após procedimento estético

Aline contratou os serviços de Grazielly para aumentar os glúteos, no dia 23 de junho. A modelo retornou para o DF juntamente com o marido e logo depois começou a passar mal. Familiares contaram que a jovem de 33 anos teve febre e dor na barriga. 

Os parentes entraram em contato com a clínica de estética, que recomendou apenas um remédio para dor de cabeça. No dia 27 de junho, a modelo desmaiou e foi levada para um hospital privado. Ela ficou internada e morreu no dia 2 de julho.

Conforme as investigações, a clínica não tinha arquivos de prontuários e não fazia fichas de anamnese para saber se os pacientes eram aptos aos procedimentos. Exames pré-operatórios também não eram solicitados e os contratos de serviços não eram entregues. O local foi interditado.

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