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Em última reunião ministerial do ano, Lula cobra narrativa correta e afirma que 2026 será o ano da verdade


Foto oficial da última reunião de ministros de Lula de 2025 – Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu uma comunicação com “narrativa correta” durante reunião ministerial de encerramento anual, nesta quarta-feira (17). No campo diplomático, Lula disse que, ou a União Europeia assina o acordo com o Mercosul até sábado (20), ou não assinará enquanto ele for presidente.

Lula afirmou que o governo precisa alcançar a “narrativa correta” para informar ao povo brasileiro as coisas que aconteceram no país nos últimos anos. A fala ocorreu na última reunião ministerial de 2025, na residência oficial da Granja do Torto, em Brasília.

O presidente disse que o país está em uma situação “amplamente favorável”, embora, segundo ele, isso não apareça com a força que deveria aparecer nas pesquisas de opinião pública em razão da polarização política no país. Para alinhar, ele disse que o discurso da equipe precisa estar definido para o processo eleitoral do ano que vem.

O ano eleitoral vai ser o ano da verdade. Ou seja, nós temos que criar a ideia da hora da verdade para mostrar quem é quem nesse país, quem faz o quê nesse país, o que aconteceu antes de nós e o que acontece quando nós chegamos ao governo – Luiz Inácio Lula da Silva

O presidente citou ações em diversas áreas, como economia e inclusão social para exemplificar a mensagem.

“É importante que a gente tenha noção que nós precisamos fazer com que o povo saiba o que aconteceu nesse país. Eu tenho a impressão que o povo ainda não sabe. Eu tenho a impressão que nós ainda não conseguimos a narrativa correta para fazer com que o povo saiba fazer uma avaliação das coisas que aconteceram neste país”, acrescentou Lula.

Licenças para disputar em 2026

Ele também disse que vai aceitar o afastamento dos ministros que quiserem disputar um cargo ou reeleição na eleição do próximo ano.

O presidente destacou ainda a capacidade de articulação da equipe para a aprovação de medidas de interesse do governo no Congresso Nacional, como a isenção do imposto de renda e a reforma tributária. Para ele, o país vive um “momento ímpar” do ponto de vista econômico também pelo aumento da capacidade de investimento e financiamento dos bancos públicos.

O presidente Lula reafirmou a sua política de que o dinheiro precisa circular nas mãos da população. “Nós precisamos fazer muito mais, porque a minha teoria é que pouco dinheiro na mão do povo resolve o problema. Não tem macroeconomia, não tem câmbio. Se tiver dinheiro na mão do povo, está resolvido o nosso problema. Está resolvido o problema da industrialização, do consumo, da agricultura, está resolvido o problema da inflação”, disse.

“Nós acabamos com a invisibilidade do povo pobre desse país. Nós acabamos com a invisibilidade de um povo que só era reconhecido em época de eleição”, afirmou o presidente.

Sobre a questão do acordo com a UE, conforme divulgou o portal Uol, o presidente sinalizou impaciência. “Eu já avisei para eles: se a gente não fizer agora, o Brasil não fará mais acordo enquanto eu for presidente”, declarou.

Lula seguiu questionando o impasse.

Faz 26 anos que a gente espera esse acordo. O acordo é mais favorável para eles do que para nós. O [presidente francês, Emmanuel] Macron não quer fazer por causa dos agricultores deles, a Itália não quer fazer não sei por causa do quê. O dado concreto é que nós, do Brasil e do Mercosul, trabalhamos muito para aceitar esse acordo e passar uma ideia – Luiz Inácio Lula da Silva

Após o discurso de abertura da reunião, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, falou sobre as políticas industriais em desenvolvimento, e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, fez um balanço dos primeiros 3 anos da gestão.

Para a tarde, também estavam previstas falas dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad; da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira; e da ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.

Com informações da Agência Brasil!


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