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Síndico preso por matar corretora em Caldas estava com malas prontas; polícia procura celular da vítima


Corretora Daiane Alves Souza havia denunciado síndico 12 vezes – Foto: reprodução

O delegado André Luís Barbosa informou nesta quarta-feira (28) que o síndico Cléber Rosa de Oliveira – preso em Caldas Novas junto com o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira durante a madrugada – estava com malas prontas ao ser preso. Os preparativos, além de ter recebido um celular novo do filho, e feito contato com vários advogados na véspera, para a Polícia, são sinais de que ele pretendia fugir.

Cléber confirmou que matou a corretora de imóveis Daiane Alves Souza, 43 anos, desaparecida desde 17 de dezembro em Caldas Novas. Ao ser preso, o síndico confessou e indicou o local onde jogou o corpo da vítima que foi localizado com as mesmas roupas que ela usava no dia em que sumiu.

O celular da corretora, pode ajudar a esclarecer melhor as circunstâncias do assassinato as buscas se concentram também em encontrar o celular segundo informou o delegado de Homicídios da cidade.

Em entrevista à Tv Anhanguera, André Luís ele disse que o síndico era o principal suspeito do crime, vinha sendo monitorado e provavelmente pretendia fugir.  O delegado disse que o suspeito mudou de celular com a ajuda do filho, fez contato com vários advogados e, ao ser preso, estava com diversas malas prontas para viagem.

Um porteiro do Condomínio Ametista Tower, local do crime, cujo nome não foi revelado, também foi conduzido coercitivamente à delegacia para prestar esclarecimentos. Ele teria mentido em depoimento e a polícia quer saber o motivo.

Buscas e apreensões foram realizadas em diferentes pontos de Caldas Novas e de Catalão, para onde o síndico ia com frequência.

A reportagem não localizou a defesa do síndico e do filho. Conforme a Tv, por enquanto ele apenas indicou o local do corpo e depois se recusou a responder outras perguntas sem a presença do seu advogado.

Seis apartamentos

A corretora administrava seis apartamentos da família no Condomínio Ametista e vinha sendo vítima de cortes frequentes de água, energia e gás após ter se desentendido com o síndico por alugar um dos apartamentos acima do número permitido de hóspedes. Ela registrou 12 denúncias contra Cleber, que passou a responder por perseguição após o desaparecimento dela.

No dia do desaparecimento a corretora tinha justamente saído para averiguar um corte de energia, mas foi ao local filmando a ida, até que parou de enviar os vídeos e desapareceu. Existe a suspeita de que Daiane foi atraída até o subsolo para ver o relógio do apartamento e assim ser morta.

O síndico matou a corretora e colocou o corpo em uma picape coberta. Mentiu para a polícia de que não havia saído nessa data, mas o carro foi filmado depois que ele se livrou do corpo com a carroceria destampada.


Leia mais sobre: Caldas Novas / Condomínio Ametista Tower / Daiane Alves Souza / Homicídio / Cidades

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